Foi animado o encerramento das atividades para o recesso junino, com forró, quadrilha e comidas típicas.
sexta-feira, 21 de junho de 2013
terça-feira, 18 de junho de 2013
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Caravana FTD Digital
A Editora FTD colocou o pé na estrada com o projeto CARAVANA FTD Digital, uma verdadeira ação educacional, com infraestrutura de ponta, o ônibus equipado com notebooks e ipad, um telão para apresentar os pacotes de objetos Educacionais Digitais alinhado ás mais recentes inovações tecnológicas aplicadas à educação.
O NTE 5 esteve presente para conhecer os recursos que contemplam uma série de conteúdos multimídia, entre vídeos, animações, jogos educativos, infográficos interativos, simulações e objetos de realidade aumentada.
O ambiente parecido com o Portal do Professor, uma excelente iniciativa da FTD , o projeto teve início agora e levará produtos digitais para atender os educadores de várias regiões do país.
No ambiente há recursos como Gestor de provas que auxilia o professor a elaborar provas, como também um planejador de Aulas , bem interessante que deixará as nossas aulas mais dinâmicas.
VEJAM no site www.ftd.com.br







O ambiente parecido com o Portal do Professor, uma excelente iniciativa da FTD , o projeto teve início agora e levará produtos digitais para atender os educadores de várias regiões do país.
No ambiente há recursos como Gestor de provas que auxilia o professor a elaborar provas, como também um planejador de Aulas , bem interessante que deixará as nossas aulas mais dinâmicas.
VEJAM no site www.ftd.com.br








quarta-feira, 5 de junho de 2013
05 de Junho Dia Mundial do Meio Ambiente
Foi criado pela Assembléia Geral
da Organização das Nações Unidas - ONU, de 1972, para marcar a abertura da 1a
Conferência Mundial de Meio Ambiente, em Estocolmo, na Suécia. Na mesma ocasião, outra resolução criou também
a UNEP - o Programa da ONU para o Meio Ambiente.
A importância desse dia tem precedentes. O
meio ambiente e a ecologia passaram a ser uma preocupação em todo o mundo, em
meados do século XX. Mas foi já no século XIX que um biólogo alemão, Ernst
Haeckel (1834-1919), criou formalmente a disciplina que estuda a relação dos
seres vivos com o meio ambiente, ao propor, em 1866, o nome ecologia para esse
ramo da biologia.
Junção das palavras gregas oikos
(casa) e logos (estudo), a disciplina ficou restrita aos meios
acadêmicos até bem pouco tempo. Ela só veio ganhar dimensão social após um
acidente de grande proporção, que derramou 123 mil toneladas de óleo no mar, na
costa da Inglaterra, em 1967, com o petroleiro Torrey Canion.
Muita coisa nova surgiu, em decorrência
dessa popularização, quando a ecologia começou a priorizar o debate em torno da
relação do homem com a natureza.
www.meioambiente1.hpg.ig.com.br/indice.htm
terça-feira, 28 de maio de 2013
VIDEOCONFERÊNCIA: FORMAÇÃO PARA A PRODUÇÃO DE VÍDEOS EDUCACIONAIS
Estimular
as
inovações
e
o
uso
das
tecnologias
como
instrumentos
pedagógicos
é
um
dos
dez
compromissos
firmados
pela
Secretaria
da
Educação
do
Estado
da
Bahia(SEC)
na
sua
atual
gestão.
Nessa
perspectiva,
a
SEC
e o IAT vem
trabalhando
para
convergir
esforços
dos
seus
diferentes
setores
no
intuito
de
fortalecer
as
ações
voltadas
para
o
uso
das
Tecnologias
da
Informação
e
da
Comunicação
(TIC)
por
professores
e
estudantes
da
Rede
Pública
Estadual
nos
processos
de
ensino
aprendizagem.
Neste
contexto,
o
Programa
de
Difusão
de
linguagens
e
Tecnologias
da
Informação
e
da
Comunicação
–
Rede
Anísio
Teixeira/DG/IAT
e
os
Núcleos
de
Tecnologias
Educacionais/CTE/DIRED/IAT
que se
constituem
como
potenciais
parceiros
na
construção
dessa
ponte
que
liga
as
diversas
possibilidades
trazidas
pelas
novas
tecnologias
às
plurais
realidades
da
escola
pública
baiana, propoem o curso: FORMAÇÃO
PARA A PRODUÇÃO DE VÍDEOS
EDUCACIONAIS. A
formação
proposta
se
justifica
pela
necessidade
de
uma
ação
articulada
entre
os
setores
que
desenvolvem
trabalhos
relacionados
ao
uso
e produção
de
Mídias
e
Tecnologias
Educacionais
e
os
projetos
estruturantes
da
SEC,
que
têm
como
foco
a
realização
de
formações
e
orientações
pedagógicas
nas
escolas.
O curso contará com a parceria e o apoio da Faculdade
de Comunicação(FACOM) da Universidade Federal da Bahia(UFBa),
através do Programa de Extensão Arte, Cultura e Ciência; do
Coletivo de Audiovisual e do Observatório das Culturas Populares.
Dessa forma, Convidamos a todos e todas para a Videoconferência que apresentará a FORMAÇÃO
PARA A PRODUÇÃO DE VÍDEOS
EDUCACIONAIS
Dia 04/06/2013 (terça-feira)
Horário- 8:30h as 12h
Local - Sala de videoconferência do IAT LED e demais salas de Videoconferência do interior
OBS: Esta formação será para os multiplicadores dos NTE no intuito de elaborar novos cursos para os professores da rede pública.
Informações básicas sobre a formação:
Objetivo:
Contribuir
para a formação dos professores
como
realizadores, multiplicadores
e
apoiadores
da
produção
audiovisual educacional nas
escolas
da
Rede
Pública
Estadual
de
Ensino.
Carga
Horária:
80hModalidade: Semi-Presencial
Total
de
Vagas
Ofertadas: 32
Participantes:
Professores
do NTE
Obs.
Cada coordenador de NTE indicará 2 professores para a formação, após a
videoconferência, de acordo com os critérios estabelecidos abaixo:
Critérios
prioritários para seleção de participantes:
-
Professores que já desenvolvem projetos de produção audiovisual
nos NTE ou em escolas.
-
Professores que já participaram ou realizaram alguma formação em
produção audiovisual e que demonstrem interesse em desenvolver
projetos nessa área.
-
Professores que tenham concluído com sucesso o curso para Uso de
Midias e Tecnologias Educacionais realizado em 2012.
-
Professores com conhecimentos intermediários em informática,
fotografia e/ou filmagem.
sexta-feira, 24 de maio de 2013
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Educação e Facebook: o que dizem as pesquisas
Os principais motivos de uso do Facebook
por estudantes estão relacionados com a interação social,
principalmente na manutenção de relações já existentes.
Costuma-se
dizer, hoje em dia, que todos devem “aprender a aprender”, ao longo da
vida. Se esse é um bom conselho, mais válido ainda o é para os
professores. Nesse sentido, o aprendizado pelo consumo crítico da
investigação acadêmica é uma habilidade importante para os docentes. O
professor que acompanha a pesquisa nos temas em que tem interesse é
beneficiado, no mínimo, duplamente: pode obter conhecimentos que
aperfeiçoem suas práticas e ver que “não está sozinho” – muitas
dificuldades são descritas em investigações educacionais.
Esse preâmbulo ao tema “Facebook e
educação” se justifica pelo fato da discussão estar baseada na consulta à
literatura. Pois bem, o que dizem as pesquisas sobre o assunto?
A revisão de estudos empíricos de Hew (Students’ and teachers’ use of Facebook, Computers in Human Behavior,
v. 27, 2011, p. 662–676) organiza um número já expressivo de pesquisas
(36) em três grandes tópicos de discussão: o uso que os estudantes fazem
do Facebook, os efeitos deste uso e as atitudes dos estudantes quanto a
essa rede social. Como nota o autor, existe socialmente uma divisão
entre os defensores do Facebook e seus efeitos na educação e os
críticos, que ressaltam a influência negativa do gasto de tempo
excessivo em atividades sem relação com o estudo formal. No entanto, ao
verificarmos o que se passa na realidade, pelas lentes da investigação,
damos um passo além das opiniões prévias.
Assim, a revisão feita por Hew evidencia de modo mais claro que:
• Os principais motivos de uso do
Facebook por estudantes estão relacionados com a interação social,
principalmente na manutenção de relações já existentes;
• Embora as práticas ligadas à
educação sejam percebidas pelas pesquisas, este tipo de uso é
francamente minoritário, por parte dos estudantes;
• O possível efeito negativo desse
baixo uso voltado à aprendizagem é contrabalançado pelo tempo não muito
elevado (de dez minutos à uma hora por dia) que os estudantes gastam na
rede social;
• Experiências negativas de uso do
Facebook (ser perseguido, expor-se inadvertidamente à pornografia,
materiais ilegais, etc.) aparecem com baixa frequência, conforme os
dados sobre os estudantes. A despeito disso, a questão do controle da
privacidade merece atenção, já que muitos deles demonstram ter
conhecimento insuficiente do assunto, de modo que tornam públicas
informações pessoais, sem clareza desse fato;
• Uma pesquisa aponta um menor
rendimento acadêmico e menos horas de estudo entre usuários do Facebook,
em comparação com não usuários. Entretanto, tal aspecto precisa ser
mais investigado, já que o trabalho não permite inferir causalidade;
• O efeito que as informações postadas
por uma professora têm quanto à percepção dela pelos alunos é destacado
num dos trabalhos. Sugere-se que, para efeito da confiança dos
estudantes, a maior abertura do perfil e informações mais diversificadas
têm resultado positivo. A questão da credibilidade do professor, a
partir de sua exposição no Facebook, porém, merece aprofundamentos.
Ao tentar explicar por que o Facebook é
pouco usado com enfoque na aprendizagem pelos estudantes, Hew aponta a
expectativa de uso recreativo da rede por eles, que tendem a separar
propositalmente as práticas educativas e o uso do Facebook.
Embora somente parte das pesquisas
desta revisão se desenvolva em contextos diretamente pedagógicos
(instituições educativas, cursos, por exemplo), chama a atenção o fato
de que o papel das escolas e professores é pouco explorado nas
investigações. Assim, se por um lado sabemos que as expectativas dos
estudantes no uso de redes voltam-se ao reforço ou manutenção de laços
sociais e a uma dimensão mais lúdica, por outro, qual é a visão da
escola e do professor diante disto? E quais têm sido suas práticas?
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